Como funcionam os aparelhos auditivos?

Os aparelhos auditivos são essenciais para facilitar o dia a dia e garantir uma melhor qualidade de vida para as pessoas que sofrem com perda de audição. Muito além de apenas amplificar os sons, esses dispositivos contam com recursos que podem ajudar a melhorar a compreensão e o som da fala.

Acompanhe este post para descobrir como funcionam os aparelhos auditivos, sua história e os mais recentes recursos tecnológicos atrelados a eles.

A história do aparelho auditivo

O século era XVII e as pessoas precisavam lançar mão de recursos bastante incômodos para poder escutar melhor. Quem já assistiu filmes que remetem a esta época e notou as cornetas acústicas usadas por alguns personagens? Pois elas eram as responsáveis por amplificar os sons.

Em 1878, Werner von Siemens inventou o receptor de telefone que facilitou consideravelmente o uso do telefone por deficientes auditivos. Os dispositivos portáteis foram patenteados apenas em 1901, por Miller R. Hutchinson, que criou um aparelho que pesava incríveis 12 quilos para a rainha Alexandra, da Inglaterra.

Na década de 1940, surgiram aparelhos do tamanho de maços de cigarro e, a partir de 1950, entraram em cena os aparelhos auditivos retroauriculares (utilizados atrás da orelha).

Desde 1980, os dispositivos vêm sendo desenvolvidos cada vez mais rapidamente, com o objetivo de obter representações sonoras mais naturais e nítidas, além de serem bem pequenos e discretos.

Como eles funcionam

Os aparelhos auditivos disponíveis atualmente no mercado podem ser considerados computadores de alto desempenho, que trazem adaptações perfeitas de acordo com as necessidades individuais de cada paciente.

Constituídos por microfone, processador e alto-falante, esses dispositivos permitem que os usuários consigam ouvir corretamente ao amplificar propositalmente os ruídos mais importantes para a comunicação, ao mesmo tempo em que reduzem os ruídos de fundo. Tudo isso de forma automática.

O microfone é o recurso que capta os sinais acústicos e os transmite para o processador. Este, por sua vez, amplifica o ruído e converte o som em sinais elétricos. Já o alto-falante encaminha os sinais para o ouvido do usuário.

Muito além do “som mais alto”

Muitos ruídos são diferentes, podendo ser estridentes ou aparecerem na forma de um zumbido. Muitos são desconfortáveis e até mesmo dolorosos, como é o caso da sirene de uma ambulância. Portanto, em diversos casos, apenas “mais alto” não seria suficiente para que as pessoas consigam ouvir melhor.

Os aparelhos modernos contam com padrões tecnológicos que conseguem compensar a deficiência auditiva em diferentes faixas de frequência. Os dispositivos modernos apresentam múltiplos canais de frequência que possibilitam que o som seja amplificado de acordo com as necessidades do usuário. Além disso, contam com a opção de suprimir ruídos de fundo e ruídos desagradáveis “de retorno”.

Quer saber mais sobre os aparelhos auditivos e conhecer as melhores opções disponíveis no mercado? Entre em contato agora que temos uma equipe à disposição para tirar suas dúvidas.

 

 

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